Dismorfia Corporal - Compreender para Superar
- Carla Rezende

- 17 de set. de 2024
- 3 min de leitura
Atualizado: 21 de out. de 2024

Você já se olhou no espelho e não gostou do que viu, mesmo quando os outros dizem o contrário? Se isso acontece com frequência, você pode estar lidando com algo mais profundo: a dismorfia corporal. Esse transtorno, muitas vezes ignorado, afeta milhões de pessoas, gerando sofrimento emocional e baixa autoestima. Mas entender o que é a dismorfia corporal e como ela afeta a sua vida pode ser o primeiro passo para superá-la.
O que é a Dismorfia Corporal?
A dismorfia corporal, ou Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), é caracterizada por uma preocupação obsessiva com algum aspecto do corpo que a pessoa acredita estar imperfeito ou deformado, mesmo que tal "defeito" seja mínimo ou inexistente aos olhos dos outros. O TDC é classificado como um transtorno de ansiedade e pode causar sofrimento intenso, prejudicando a vida social, profissional e pessoal do indivíduo.
Do ponto de vista científico, a dismorfia corporal está relacionada a um desequilíbrio químico no cérebro, principalmente envolvendo os neurotransmissores, como a serotonina. Esse desequilíbrio afeta a forma como a pessoa processa a sua autoimagem e reage aos estímulos externos. Estudos mostram que as áreas do cérebro que processam a percepção visual e as emoções estão hiperativas em pessoas com TDC, o que explica a obsessão com pequenos detalhes do corpo que são percebidos como falhas.
Sinais de Dismorfia Corporal
Alguns sinais comuns de dismorfia corporal incluem:
Passar muito tempo se olhando no espelho ou, ao contrário, evitar completamente o espelho;
Comparar-se constantemente com os outros;
Buscar cirurgias plásticas ou tratamentos estéticos de forma compulsiva;
Isolamento social por vergonha ou medo do julgamento alheio;
Sentimentos de ansiedade, depressão e baixa autoestima.
Se você se identificou com alguns desses sinais, é importante entender que a dismorfia corporal pode ser tratada. Terapias cognitivo-comportamentais e tratamentos que trabalham a autoestima são extremamente eficazes para ajudar a pessoa a mudar a forma como vê a si mesma.
A Importância de Buscar Ajuda
Muitas vezes, a dismorfia corporal faz com que a pessoa busque soluções externas — cirurgias, dietas radicais, entre outras — sem nunca se sentir satisfeita. No entanto, a verdadeira mudança precisa vir de dentro. O autoconhecimento e o cuidado com a saúde mental são fundamentais para superar esse transtorno e recuperar a autoestima.
Buscar a ajuda de um profissional de saúde mental é um passo importante para entender a raiz da sua insatisfação com a imagem corporal e trabalhar formas de melhorar a relação consigo mesmo.
O Caminho para a Aceitação
Se você ou alguém que você conhece está lutando contra a dismorfia corporal, saiba que não está sozinho. Reconhecer o problema já é um grande passo para a cura, e a terapia pode ser uma ferramenta poderosa para redescobrir a autoestima e aceitar quem você é. Não espere mais para começar essa jornada de autodescoberta e autoaceitação. Entre em contato com um psicólogo e descubra como você pode transformar sua relação com o espelho e com você mesmo.
Pense!
Você não é seu reflexo no espelho. Se a imagem que você vê não reflete a realidade, é hora de buscar ajuda. A terapia pode ser o primeiro passo para recuperar sua autoestima e viver de forma plena. Entre em contato e transforme sua relação com você mesma!
💬 Agende sua primeira sessão e comece a trilhar o caminho para uma autoestima saudável. A dismorfia corporal tem tratamento, e você merece se sentir bem consigo mesmo!
